Nino tem dois rostos que se unem de forma bela. Na Itália, é o diminutivo carinhoso por excelência: o pequeno sufixo -nino que vem fechar Giovannino, Antonino ou Saturnino, e que no final se leva sozinho, como um apelido que se tornou nome próprio. Diz da doçura, do afeto, do «pequeno» que se quer. Por outro lado, cruza com santa Nino, a evangelizadora da Geórgia, celebrada em janeiro.
Na França, Nino seduz pela sua brevidade cantarina e seu aroma mediterrânico. Duas vogais redondas, uma sonoridade solar: tem todo o aspeto de um nome próprio carinhoso, moderno e intemporal ao mesmo tempo, que agrada aos pais que procuram doçura e originalidade sem excentricidade.
Hoje em dia, Nino evoca o calor, a fantasia e um encanto sorridente. Leva o eco de grandes artistas italianos —um compositor génio, atores cheios de loquacidade— e essa imagem do eterno menino luminoso, espontâneo e encantador. Um nome pequeno que tem tudo de um grande sol.
Nino é o nome próprio carinhoso feito menino: um diminutivo italiano que diz «o pequeno» que se quer, e que conservou das suas origens todo o calor mediterrânico. Difícil resistir-lhe. Dotado de um humor cintilante (8/10) e de uma fantasia generosa (7/10), Nino é daqueles que criam ambiente sem sequer tentar —uma piada, uma travessura, e toda a mesa ri. Sem dúvida pensa-se na loquacidade dos grandes italianos que levaram este nome, atores e músicos transbordantes de vida.
Mas o seu número 7 matiza o quadro, e é isso que o torna comovente: por detrás do bromista esconde-se um sensível (7/10), um sonhador que tem o seu jardim secreto e uma verdadeira profundidade emocional. Nino sente as coisas, capta o não dito, e a sua alegria por vezes esconde uma melancolia doce —a de um Nino Ferrer a cantar «Le Sud». Caloroso e diplomático (7/10), detesta as tensões e sabe reconciliar os zangados com uma piada bem colocada.
A sua lealdade (7/10) converte-o num amigo fiel, do tipo que aparece com massa e consolo quando as coisas não correm bem. Menos ambicioso (ambição 5/10) do que orientado para o prazer de viver, privilegia as pessoas, a mesa, a música, os momentos partilhados. O nome, curto e solar, confere-lhe essa eterna juventude de um pequeno mimado —espontâneo, expressivo, incapaz de fingir. Nino avança por instinto, com o coração na mão, e deixa boa vontade ao seu passo. Em resumo, um temperamento de artista terno: sorridente na superfície, profundo por dentro, e generoso até ao fim. O tipo de pessoa da qual se diz que torna a vida mais leve.
Retrato lúdico, para levar com um sorriso.
Nino leva consigo uma sensualidade paradóxica, puxada entre a doçura georgiana e a paixão italiana. A sua sedução não é um assalto, mas uma carícia lenta, um jogo de «pequeno» que engana o adversário. Encanta pela proximidade, esse diminutivo afetivo tornando-se uma cumplicidade carnal imediata. Procura a alma gémea que aprecie a intimidade física sem peso, onde o olhar basta para apagar as paixões. No entanto, a sua natureza mutável aborrece-o rapidamente com a rotina entediante ou a indiferença fria. Precisa de um parceiro que seja ao mesmo tempo musa e confidente, capaz de seguir as suas mudanças de humor entre doçura e tempestade. Foge das almas fechadas, porque para ele, amar é partilhar um segredo, um código secreto que faz vibrar a epiderme e o espírito ao mesmo tempo. Quer ser o guardião de uma chama, não o seu simples espectador.
Em italiano, é um diminutivo afetivo que significa «pequeno», derivado de nomes próprios como Giovannino ou Antonino.
Uma origem italiana (sufixo hipocorístico), que também cruza com santa Nino, evangelizadora da Geórgia.
A 14 de janeiro, dia de santa Nino da Geórgia.
Na França é masculino; na Geórgia, Nino é pelo contrário um nome próprio feminino muito difundido.
Sim, ambos assemelham-se e partilham a ideia de doçura; Nina é a forma feminina mais comum.
A Ucy reúne o onomástico de cada nome, país a país — e a app avisa-te automaticamente no dia dos teus contactos.