Significado: Aquele que batiza, batizador.
Battista é um nome de significado inequívoco: do grego baptistés, 'o que batiza'. Não é um nome qualquer, mas o próprio epíteto de João Batista, o profeta que imergiu Jesus nas águas do Jordão e anunciou a sua vinda. Por isso, Battista foi quase sempre usado em par, no clássico Giovanni Battista, um dos nomes mais difundidos da tradição italiana.
Devido à sua ligação com um dos santos mais venerados da cristandade, padroeiro de inúmeras cidades (Florença, Génova, Turim, entre outras), Battista atravessou os séculos com enorme sucesso, especialmente entre o Renascimento e o século XIX. A festa de 24 de junho, com os seus fogos de artifício e as suas tradições, atesta ainda hoje a sua popularidade.
Hoje, Battista sozinho é um nome raro, de sabor de outros tempos, que evoca os avós e a civilização camponesa; mas conserva uma dignidade solene e uma solidez que não se desfaz. É um nome que fala de anúncio, de viragem, de novos começos.
Battista é o homem que não se limita a observar, mas *mergulha*. O seu nome, herdeiro grego de *baptistés*, não é uma simples etiqueta, mas um destino: é aquele que batiza, que define, que dá nome ao caos. Como um arquiteto do silêncio ou um pintor que aplica a última camada de verniz para selar a verdade, Battista possui uma gravidade carismática. O seu diretor ideal não é a fuga, mas o ancoramento: encontrar o sentido no próprio ato da consagração. Dominado pela necessidade de dar forma ao informe, o seu traço distintivo é uma lucidez cortante, capaz de separar o essencial do supérfluo com a precisão de um bisturi. Não gosta de conversas superficiais; prefere o peso das palavras escolhidas, aquelas que deixam marca na pele da alma. Como dizia um sábio antigo, «a forma é a morte do caos», e Battista é o guardião dessa forma. Vive com a consciência de que cada encontro é um batismo, cada decisão um ato fundacional. Não segue a corrente, canaliza-a. É sólido, inexorável, e na sua quietude ressoa o eco de um sino que marca o início, não o fim.
Retrato lúdico, para levar com um sorriso.
No amor, Battista não procura o jogo leve; procura a imersão total, um abismo onde a pele encontra a alma sem filtros. A sua sedução é lenta, ritual: não ataca ao acaso, mas estuda, observa, depois age com uma precisão cirúrgica que deixa a parceira sem fôlego. Ama as mulheres que têm uma história para contar, não as que servem de decoração. A sensualidade para ele é um ato de batismo mútuo: descobrir a essência do outro através do contato, da respiração, do silêncio partilhado. O que o excita é a intensidade do olhar que não foge, a vulnerabilidade oferecida com coragem. Pelo contrário, cansam-no imediatamente as superficialidades, as máscaras sociais, as relações que ficam à tona sem nunca mergulhar nas profundezas. Para Battista, amar é um ato de criação: não se contenta em possuir, quer transformar. Se o amor se torna rotina, se perde a sua carga sacral de descoberta contínua, ele retira-se, frio e distante, como um artista que deixa de pintar quando o quadro já não tem luz para oferecer.
Do grego baptistés, 'o que batiza', epíteto de São João Batista, o precursor de Jesus.
Significa literalmente 'batizador', 'aquele que imerge na água', em referência ao batismo.
A 24 de junho, festa do Nascimento de São João Batista.
Porque 'Battista' é o apelido de João Batista: o nome completo tradicional é Giovanni Battista.
Sozinho, é agora raro e de sabor antigo, mas a forma Giovanni Battista mantém-se na tradição.
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