Significado: nobre, patrício.
Patrick, embora hoje evoque a França dos baby-boomers, suas raízes se aprofundam na Roma antiga: o latim Patricius designava o patrício, o homem de linhagem nobre. Mas foi um santo brito-romano do século V, Patrick, apóstolo da Irlanda, que tornou o prenome imortal. Com um trevo na mão para explicar a Trindade e serpentes expulsas da ilha segundo a lenda, ele se tornou o próprio emblema da identidade irlandesa.
Na França, Patrick explodiu nas décadas de 1950-1970, a ponto de ser um dos prenomes masculinos mais dados dessa geração. Ele carrega, portanto, essa energia descontraída, simpática e popular das Trinta Gloriosas.
Da variedade (Patrick Bruel) ao cinema (Patrick Dewaere), passando pela literatura nobelizada (Patrick Modiano), é um prenome que respira a convivialidade e o charme acessível. A cada 17 de março, o mundo inteiro o celebra de verde, com uma caneca na mão: poucos prenomes podem se gabar de uma tal festa planetária.
Patrick é o animador de grande coração. Seu humor (8/10) é sua assinatura: a piada que descontrai, a boa resposta no balcão, o riso contagioso. Dotado de uma bela energia (7/10), ele gosta de movimento, amigos, ambiente — não é de estranhar para um prenome cuja festa, a São Patrício, é a mais festiva do calendário, celebrada de verde e música em todo o planeta.
Por trás da boa disposição esconde-se um verdadeiro leal (7/10): Patrick é fiel na amizade, presente quando importa, do tipo que atravessa a cidade para socorrer um amigo. Estável (7/10), ele tem os pés no chão e um lado reconfortante muito das Trinta Gloriosas — essa geração que sabia trabalhar duro e também se divertir intensamente.
Onde ele assume francamente é no terreno da emoção: sua sensibilidade declarada é mais baixa (4/10). Patrick não é do tipo a desabafar ou superanalisar seus estados de espírito; ele prefere a ação, a piada, o concreto. Ele precisa de um pouco de reconhecimento (5/10), gosta de ser apreciado, mas mantém-se numa medida sã. Sua independência (6/10) e sua ambição (6/10) são equilibradas: Patrick quer ter sucesso sem sacrificar sua liberdade nem o prazer de viver.
Em suma: um pilar de bar tanto quanto um pilar da amizade, generoso, engraçado e confiável. O tipo de cara de quem se diz « com Patrick, nunca nos entediamos » — e este é o mais belo dos elogios.
Retrato lúdico, para levar com um sorriso.
Patrick ama com a gravidade de uma instituição. Seduzir não é um jogo frívolo para ele, é uma coroação. Ele não corre atrás dos corações, atrai-os pela sua aura natural, a de um homem que sabe que tem valor. Seu charme é um veludo pesado, sensual, que envolve sem sufocar. Ele busca a igualdade, uma parceira capaz de olhar a nobreza de sua alma sem se prostrar diante dela nem a desprezar. O que o cansa? A mediocridade, a superficialidade, tudo o que carece de profundidade histórica. Ele quer uma paixão que tenha peso, um vínculo que resista à prova do tempo como as pedras antigas. O amor para ele é um pacto sagrado, íntimo e intenso. Ele oferece uma devoção total, mas exige em retorno uma lealdade sem falhas. Ele não quer uma aventura passageira, mas uma dinastia emocional. Sob sua dignidade aparente bate um coração que queima, impaciente para compartilhar sua força com aquela que escolheu.
Do latim Patricius, « patrício, nobre ». Foi popularizado por santo Patrick, evangelizador da Irlanda no século V.
No dia 17 de março, dia da famosa São Patrício, festa nacional irlandesa.
Significa « nobre, de boa linhagem », em referência aos patrícios romanos.
Sendo santo Patrick o padroeiro da Irlanda, sua festa tornou-se uma celebração mundial da cultura irlandesa, toda vestida de verde.
Principalmente nos anos 1950 a 1970 na França, onde figurava entre os prenomes masculinos mais atribuídos.
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