Significado: dom de Deus, presente de Yahweh.
Do hebraico « Mattityahu » (Matatías), « dom de Yahweh » ou « presente de Deus », passado ao grego na forma « Matthías » e depois às línguas modernas.
14 de maio
Porquê este dia? É o dia que o calendário de nomes dedica a São Matias.
Discípulo de Jesus no século I, na Judeia. Acompanhou a comunidade após a morte de Jesus e foi escolhido para substituir Judas, garantindo a continuidade do grupo dos Doze.
O que fica: Nele pode-se ver a força de se adaptar aos imprevistos da história. Sua presença lembra que a lealdade e a constância são valores que transcendem o tempo.
Matias celebra-se na França, nos Estados Unidos, na Itália, na Espanha, no Brasil, na Argentina e na Alemanha a 14 de maio.
Matías nasce do hebraico « Mattityahu », « dom de Deus », um nome luminoso que partilha raiz e sentido com Mateo, embora sejam nomes distintos. Chegou ao espanhol através do grego « Matthías » e sempre carregou consigo essa ideia de presente, de bênção esperada.
A sua referência é santo Matias, o apóstolo escolhido por sorteio para ocupar o lugar de Judas entre os Doze, segundo os Atos dos Apóstolos. Após a reforma litúrgica, a sua festa passou de 24 de fevereiro para 14 de maio, para a aproximar do tempo pascal em que foi escolhido.
No mundo hispânico, e particularmente no Cone Sul, Matías é um verdadeiro fenómeno: um dos nomes masculinos mais populares das últimas décadas na Argentina, no Chile e no Uruguai, com o seu diminutivo inseparável « Mati ». Soa jovem, caloroso e próximo, com um toque desportivo e futebolístico graças a tantos « Matías » nos campos. É um clássico bíblico que hoje se leva com um espírito totalmente moderno.
Matías respira juventude: é um nome que, apesar da sua venerável origem bíblica, soa hoje como os campos de futebol, as amizades barulhentas e esse « Mati » que todos conhecem. O seu perfil confirma um temperamento sociável, caloroso e expressivo, daqueles que animam o grupo e se fazem amar sem esforço. A sua necessidade de conexão é marcante, não a de brilhar a sós, mas a de estar rodeado de pessoas de quem gosta.
O sentido do nome, « dom de Deus », e o seu número 9 numerológico puxam para um fundo generoso e idealista: Matías tende a dar, a colocar-se no lugar do outro, a envolver-se quando alguém atravessa um momento difícil. Esta sensibilidade à flor da pele faz dele um bom amigo e um bom confidente, embora também o torne vulnerável às desilusões, pois envolve-se verdadeiramente. A sua lealdade marca forte e serve de espinha dorsal: o Matías que o conta entre os seus amigos, conta-o para o melhor e para o pior.
O espírito da sua geração matiza um temperamento desportivo e competitivo, bem na linha de tantos futebolistas que levam este nome no Cone Sul: gosta do jogo, do desafio, de ganhar sem deixar de se divertir. A sua energia é dinâmica, por vezes um pouco dispersa, e precisa de variedade para não se aborrecer; a sua estabilidade, mais intermédia, melhora quando encontra causas ou pessoas que lhe importam. Dotado de uma diplomacia natural, sabe ser apreciado e alisar as asperezas, embora a sua franqueza emocional possa torná-lo transparente em excesso: em Matías, tudo se lê no rosto. Na sua melhor versão, é o companheiro luminoso e fiel, metade craque do bairro, metade alma sensível, que torna qualquer plano mais divertido e transforma qualquer amigo em família. Um nome antigo com um coração absolutamente jovem.
Retrato lúdico, para levar com um sorriso.
O que diz a ciência. O efeito de um nome no carácter está documentado, e vários estudos científicos debruçaram-se sobre isso. Não mostram que um nome contenha uma personalidade escondida, mas que capta a atenção, desperta expectativas sociais e altera ligeiramente a forma como os outros nos respondem. Leia o nosso artigo em que se baseia a psicologia dos nomes para saber mais.
Matias, este dom sagrado, não oferece uma paixão de pacotilha, mas uma fervor quase religioso. Ama com uma intensidade que beira o sagrado, buscando no corpo do outro a manifestação tangível de um presente do destino. A sua sedução é calma, pesada, carregada de uma presença que impõe silêncio e atenção. Não corre atrás das sombras; atrai pela sua própria gravidade, aquele que sabe que cada momento partilhado é uma graça a não desperdiçar.
O que o cansa? A superficialidade, esse vazio frio onde as palavras dançam sem tocar a alma. Matias precisa de profundidade, de uma conexão que atravesse os ossos. Procura uma alma capaz de receber o seu dom sem o tornar banal. Para ele, o amor não é um jogo, é um pacto. Exige uma reciprocidade total, uma fusão onde os dois seres se tornam o espelho um do outro, iluminados por essa mesma luz divina que forjou a sua identidade.
Do hebraico « Mattityahu »: « dom de Deus » ou « presente de Yahvé ». Partilha esta raiz e sentido com o nome Mateo.
A 14 de maio, segundo o calendário atual. Antes da reforma litúrgica, celebrava-se a 24 de fevereiro.
O apóstolo escolhido para substituir Judas Iscariote entre os Doze, segundo os Atos dos Apóstolos; foi designado por sorteio.
Não, são nomes distintos embora partilhem a raiz hebraica e o sentido « dom de Deus ». Correspondem também a dois apóstolos diferentes.
Enormemente, especialmente na Argentina, no Chile e no Uruguai, onde foi um dos nomes de menino mais escolhidos nas últimas décadas.
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Perfil lúdico, para fins de entretenimento.
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