Significado: Curandeiro.
Jason vem do grego Iásōn, ligado ao verbo iásthai, «curar» — daí, aliás, «o curador». Sua fama é antiga: Jason foi o herói que liderou os Argonautas a bordo da Argo na conquista do Velocino de Ouro, um dos grandes mitos de aventura do mundo grego. O prenome aparece também no Novo Testamento (um hóspede de Tessalônica, Atos 17), o que lhe dá um pé na tradição clássica e outro na tradição cristã.
Após séculos de silêncio, Jason voltou com força na metade do século XX: foi um dos prenomes masculinos mais dados nos Estados Unidos no início dos anos 1970, um verdadeiro marcador de geração. Esse ritmo lhe confere um cool energético, muito americano e um tanto retrô. Hoje, Jason é lido como seguro, atlético e descontraído — ajudado por uma série de heróis de ação homônimos. É um prenome que evoca alguém confiável e disposto a tudo: uma energia de aventureiro mítico em uma embalagem moderna e simpática.
Jason é o prenome de um homem em busca, e isso se nota. O Jason original construiu um barco, reuniu uma tripulação de lendas e navegou até os confins do mundo conhecido por um Velocino de Ouro — e o Jason moderno tem a mesma fiação, a mesma energia do destemido. Grande energia, grande ambição, um toque de independência intrépida: é o cara que se inscreve no triatlo, defende a ideia mais maluca em uma reunião e reserva a passagem de ida. Ele avança rápido e avança na frente. Há um verdadeiro carisma na embalagem — um humor brincalhão e ágil, e a tranquilidade confiante dos heróis de ação que compartilham seu prenome (Statham, Momoa, o estoicismo irônico de Bateman). Jason não é do tipo que se atormenta com suas emoções; sua sensibilidade é a mais discreta do quadro, o que, na prática, significa que ele prefere resolver seu problema em vez de vivê-lo com você — ajudar é a sua linguagem do amor, o que combina bem com um prenome que significa «curador». Ele pode mostrar-se um pouco impaciente com a diplomacia e os processos lentos; dê-lhe um alvo claro e solte-o. A estabilidade também não é seu ajuste natural — uma rotina bem estabelecida pode rapidamente parecer uma gaiola para ele, e ele sacudirá tudo apenas para sentir o vento novamente. Mas a lealdade é mais profunda do que a fanfarronaria sugere: como o capitão da Argo, Jason se colocará sem hesitar entre sua tripulação e a tempestade. Audacioso, engraçado, um pouco indomável e sempre em busca do próximo Velocino — Jason é a aventura de cuja vida sua vida não sabia precisar.
Retrato lúdico, para levar com um sorriso.
Jason, esse «curador» da alma, aborda o amor com uma sensualidade magnética, mas fatal. Ele não corre atrás dos corações; ele os deseja, os observa e os cura com sua mera presença carnal. Sedutor natural, ele atrai por uma tranquilidade confiante, onde outros gritam. Ele se destaca em costurar almas quebradas, transformando a vulnerabilidade em um abraço intenso. No entanto, seu lado protetor esconde uma impaciência surda: a dependência emocional de seu parceiro eventualmente o cansa, pois ele precisa de liberdade para respirar. Ele foge do controle sufocante, preferindo uma paixão onde cada parceiro permaneça um mistério inteiro. Para Jason, amar é um ato de reparação, mas também de conquista. Ele busca uma musa que resista, uma chama que não se apague ao seu toque. Sem esse desafio, sem essa alquimia de cura mútua, seu fogo se apaga rapidamente, dando lugar a uma frieza distante.
«Curador» — deriva do verbo grego iásthai, «curar».
O herói da mitologia grega que liderou os Argonautas em busca do Velocino de Ouro. Outro Jason aparece além disso no Novo Testamento.
Não existe uma festa católica romana amplamente estabelecida para este prenome, portanto não tem uma data de festa padrão; seu epônimo é mitológico.
Ele estava entre os prenomes masculinos mais dados nos Estados Unidos no início dos anos 1970.
Jay e Jase são as formas curtas habituais; Jace e Jayce são grafias relacionadas.
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