Significado: o amado.
Do hebraico Dāwīḏ, « o amado ».
29 de dezembro
Porquê este dia? É o dia que o calendário de nomes dedica a Davi.
Segundo rei de Israel no século X a.C., originário de Belém. Como jovem pastor, enfrenta sozinho o gigante Golias com uma funda, salvando seu povo da derrota. Unifica depois as tribos e estabelece Jerusalém como capital espiritual e política.
O que fica: Aprendemos que a estatura ou a força bruta não são os únicos critérios da coragem. A inteligência, a preparação e a confiança nas próprias capacidades podem inverter as dinâmicas de poder mais desiguais.
Davide celebra-se na França, na Itália, na Espanha, no Brasil e na Alemanha a 29 de dezembro.
Davide está entre os nomes bíblicos mais queridos e difundidos na Itália, e sua força reside em uma paradoxo: significa 'amado, predileto' mas evoca sobretudo coragem. O referente é o rei Davide, o jovem pastor que com uma funda derruba o gigante Golias e se torna rei de Israel, poeta dos Salmos e antepassado — segundo os Evangelhos — de Jesus. Um currículo que transformou o nome em sinônimo de quem vence contra todo prognóstico.
Na Itália, o nome também tem um enorme peso artístico graças ao David de Michelangelo, obra-prima absoluta do Renascimento florentino, ícone mundial de beleza e força contida. Davide é portanto percebido como um nome quente e forte ao mesmo tempo, moderno embora enraíze suas raízes em três mil anos de história. Muito difundido entre os nascidos desde os anos '70 em diante, continua sendo uma escolha segura, simpática e viril, nunca fora de moda, capaz de ficar bem em uma criança como em um homem maduro.
Davide carrega em si a graça pesada e sedutora de um Miguel Ângelo em busca da alma oculta na pedra. Seu nome, herança hebraica que significa «o amado», não é uma simples etimologia, mas uma fatalidade carnal que o obriga a buscar o amor como se busca a luz. É o arquiteto de suas próprias emoções, um artista teimoso que esculpe sua vida com a precisão de um cinzel. Seu ideal rector? Ser o único, o predestinado, aquele para quem o universo para. Essa necessidade de ser querido, quase adorado, pode derivar em uma melancolia de Oscar Wilde: «Sou forte o suficiente para sobreviver a tudo, exceto a ser ignorado». Davide não vive, compõe. Possui essa elegância inata que atrai os olhares, mas também uma vulnerabilidade fingida, uma máscara de pedra fria sobre um coração de mármore quente. Aspira a uma conexão espiritual intensa, rejeitando a banalidade em favor de uma beleza dramática e absoluta.
Retrato lúdico, para levar com um sorriso.
O que diz a ciência. O efeito de um nome no carácter está documentado, e vários estudos científicos debruçaram-se sobre isso. Não mostram que um nome contenha uma personalidade escondida, mas que capta a atenção, desperta expectativas sociais e altera ligeiramente a forma como os outros nos respondem. Leia o nosso artigo em que se baseia a psicologia dos nomes para saber mais.
No amor, Davide é um predador da sensibilidade. Não corre, atrai. Sua sedução é um sussurro, um olhar que despoja o interlocutor de suas defesas em três segundos. Busca a alma gêmea, essa fusão total onde o ego se desvanece para dar lugar a um «nós» indissolúvel. Adora a tensão, o jogo da sedução intelectual e carnal, essa dança em que se tocam sem se tocar ainda. Mas cuidado: se perceber a rotina ou a frieza, desaparece como chegou, com uma graça gélida. Entedia-se com a superficialidade, a indiferença e a falta de ambição emocional. Davide precisa de um espelho que não lhe devolva tal como é, mas tal como sonha ser. Quer ser escolhido, único, insubstituível. Se lhe ofereceres a segurança entediante, fugirá. Se lhe ofereceres a paixão perigosa, ficará, cativo do teu próprio jogo. Ama como se respira: intensamente, necessariamente e, às vezes, de forma asfixiante.
Significa "o amado" ou "o querido", do hebraico Dāwīḏ.
O segundo rei de Israel na Bíblia, que venceu o gigante Golias e a quem se atribui a autoria dos Salmos.
A 29 de dezembro, dia de São David, rei, no santoral. No País de Gales celebra-se São David (padroeiro) a 1 de março.
As três tradições o veneram: é figura bíblica do judaísmo e do cristianismo, e também aparece no islamismo como o profeta Dawud.
Escreve-se igual em muitíssimos idiomas e apenas muda a pronúncia, o que o torna muito prático e universal.
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Perfil lúdico, para fins de entretenimento.
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